terça-feira, 27 de outubro de 2009

Reflexão sobre o filme o Fiel Jardineiro

O FIEL JARDINEIRO

    Uma história de amor entre um casal, amor pelos mais desfavorecidos, e pela reposição de verdades escondidas que dignificam o ser humano.

    O Fiel jardineiro, um filme que infelizmente, nos mostra um pouco de como o poder económico manipula o poder político e sobretudo as classes minoritárias.

Onde a miséria pura, a fome, as doenças, e onde o analfabetismo é de quase 100%,são levadas facilmente a aceitar ajudas para melhorar a saúde, em que na verdade estão a ser contaminados para depois serem "tratados" com medicamentos experimentais, onde as super potencias ganham milhões.

Estas experienciam, não garantem a cura, pois não passam de experiências.

Nos países desenvolvidos isto não seria possível, controlar a população desta forma.

Neste tipo de sociedade joga quem tem mais dinheiro, mais puder, e quer sempre mais, e controlam o puder politico. Oferecem ajudas nas campanhas, geram emprego em que utilizam o nome desses políticos, para puderem ganhar as eleições. No entanto é à custa de milhares de vidas nos países em vias de desenvolvimento que ganham esses milhões, e os jogos de interesse ganham cada vez mais terreno.

Ainda há gente como as personagens deste filme, que se empenham em repor a verdade que por vezes pagam com as suas vidas, quer na verdade, que dignifica as pessoas que amamos, quer a verdade para o bem de uma população, pois este tipo de poderes não olha a meios para atingir os seus fins. Nem sempre a verdade vem ao de cima e não sabemos até que ponto a situação desses países não são fruto desses interesses.

Por exemplo o excesso de comida que se estraga nos países desenvolvidos (que não saí para os mercados porque não obedece a normas, não está estragada) se houvesse organizações que estando organizadas com os governos poderiam fazer chegar rapidamente a países que passam por necessidades extremas.

A sociedade não vive para o outro mas sim para o bem individual, e enquanto assim for o mundo não consegue ter uma paz sustentável, porque haverá sempre alguém a sobrepor-se ao outro.

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